sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Superior Geral celebra Missa na Comunidade

Nesta quarta-feira (9/11) o Superior Geral dos Religiosos de Nossa Senhora de Sion celebrou a Eucaristia na capela da Comunidade São João Evangelista. Além dos aspirantes, postulantes e noviços também participou da missa o Ir. Élio Passeto, nds conselheiro da Congregação.

Na homilia Pe. Donizete, nds ressaltou a importância do Templo para o povo Judeu e em consequência para nós Cristão, uma vez que a liturgia do dia era festiva em memória a Dedicação da Basílica de Latrão, "modelo de templo no cristianismo" segundo o Superior Geral.
O Ir. Élio explicou qual o lugar que comumente os cambistas ficavam no Templo de Jerusalém. Segundo ele, este local ficava na entrada do templo antes ainda do local da purificação que era feita antes de  se entrar no Templo para oferecer os sacrifícios. Portanto, quando se entra no Templo a única coisa que carregam é a oferta que será sacrificada.
A crítica de Jesus é contra a mentalidade com que essas pessoas entravam no Templo, ainda com o pensamento mercantilista de venda e troca. Para entrar no Templo é preciso ter consciência plena do sacrifício que ali será oferecido.

À noite, continuamos o curso com o Ir. Élio com a presença do Superior Geral Pe. Donizete, nds


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Irmão Élio inicia curso com formandos no Tabor

Nesta terça-feira iniciou na Comunidade São João Evangelista a semana de formação com o Irmão Élio Passeto, nds. Os formandos do aspirantado, postulantado e também os Noviços da Congregação participam da formação.
Na aula desta terça-feira lemos alguns fragmentos do Documento Vaticano "O povo Judeu e suas escrituras na Bíblia cristã".
Além de estudarmos com o Irmão Élio temas referentes à Sagrada Escritura, sobre o Judaísmo ainda teremos oportunidade de entrar em contato com textos sobre os nossos fundadores ou sobre  a História da nossa Congregação.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Padres e Noviços em visita ao Tabor

Nesta segunda-feira recebemos a alegre visita de nosso Superior geral, Pe. Donizete, nds. Também esteve em nossa Casa o religioso de Sion Pe. José Donizete Faria, nds.
Além destes dois padres, o Pe. Reinaldo, nds que chegou a pouco de Jerusalém e os Noviços de Sion também estão em casa. Os noviços juntamente com os formandos da Comunidade São João Evangelista vão participar a partir desta terça-feira de um curso com o Irmão Élio Passeto, nds.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Comunidade ganha presentes

Nossa Comunidade quer manifestar nosso agradecimento a algumas pessoas por ter nos presenteado com alguns itens importantes para a Casa. São eles:
Um ostensório doado pelo Pe. Manoel Miranda, NDS para ser usado na Adoração ao Santíssimo Sacramento na Comunidade. 
                            
Nesta quinta-feira, dia 3 de novembro já usamos o ostensório que ganhamos do Pe. Manoel na Adoração ao Santíssimo.

Outro presente veio da Comunidade Nossa Senhora de Sion, por meio do Pe. Vitório Cipriano, NDS. Ele doou para a  nossa Comunidade uma máquina de lavar roupas. A ele nosso muito obrigado.

O Pe. Gilmar também ganhou um presente. Uma mala de missa com todos os vasos sagrados para a celebração da Eucaristia.


Ao Pe. Manoel, NDS e Pe. Vitório, NDS nosso agradecimento por contribuir com nossa Comunidade de Formação. Obrigado!

domingo, 30 de outubro de 2011

MUNDO E MUNDOS

JOEL MOREIRA, NOVIÇO

Hoje não existe um único mundo: existem mundos. Tentemos comparar a mentalidade de um jovem de classe-média que foi criado num apartamento no centro de São Paulo e uma criança que cresce no solo quente e estéril da Somália. Os contrastes não se limitam ao idioma ou distância territorial. Fatores econômicos, culturais e políticos são determinantes na identificação dos valores que fazem de uma realidade local um “mundo” isolado.

Se pensarmos nas possíveis causas das guerras de nossos dias (num mundo que se diz mais humanitariamente consciente), poderemos perceber o quanto as nações se comportam como “mundos” independentes. Cada um defende seus próprios interesses culturais e políticos, sendo difícil perceber, hoje, a existência de uma ética universal. Mesmo os que se dizem defensores de “direitos universais”, costumam estar apenas observando o mundo na perspectiva dos países mais economicamente influentes.

Do ponto de vista religioso, a questão não é muito diferente. A Igreja (cada um de nós) se comporta, não raras vezes, como um mundo à parte, desligada das outras realidades. A homilia que desperta no fiel somente as realidades de seu mundo (família, crises existenciais, pecados íntimos) é mais interessante que aquela que convida para a erradicação dos problemas sociais, para a eliminação dos preconceitos étnico-culturais ou para o diálogo e a tolerância religiosos.

Com isso, vão surgindo muralhas altíssimas que cerceiam o mundo religioso do mundo secular. Os preconceitos são as maiores demonstrações das divisões do mundo em “mundos”. Aquele que se diz religioso costuma enxergar o outro que não tem religião como alguém subversivo, indisciplinado e sem compromisso com a vida. Da parte deste último, a religião é retrógrada e tudo o que professa não faz mais parte da “realidade”.

Na perspectiva do Evangelho, pode-se dizer que o personagem principal do Cristianismo rompeu com um mundo isolado, dando abertura a possibilidades de fé em outros horizontes. Aquele que trouxe a água viva para saciar a Casa de Israel, percebe sede também entre os gentios. É nesta dinâmica que os muros se rompem e os mundos se tornam um só universo onde há um único Senhor.

Não se pode falar de missão, conversão e anúncio da Palavra sem se dar conta da realidade e perspectiva daquele que me ouve. Mais que expor discursos moralizantes, precisamos, a exemplo de Jesus, ter sensibilidade para perceber a realidade do outro, com seus preconceitos e limitações. E nosso discurso só será interessante se conseguirmos manter uma linguagem comum, e, já que somos cristãos, por que não a linguagem do Amor?